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Homem-Aranha no Aranhaverso: renovação que a Marvel conseguiu trazer para o universo dos quadrinhos

Por Lola Dias, 14 de dezembro de 2018

A Marvel não quer mesmo decepcionar os fãs. Para fechar o ano com chave de ouro, a companhia anunciou o longa ‘‘Homem-Aranha no Aranhaverso’’. O filme baseado nos quadrinhos do super-herói de Nova York, mostra Miles Morales como personagem principal.

Segundo a própria sinopse, Miles Morales vive no Brooklyn e é picado por uma aranha radioativa enquanto grafita, com seu tio, os becos dos metrôs e trens do bairro nova-iorquino. Depois de ver a morte de Peter Parker, Miles resolve cumprir a promessa que fez ao Homem-Aranha.

O longa de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman trouxe um novo universo não só para o Homem-Aranha, mas sim para o modo de se fazer filme em cartoon. Os quadrinhos se tornam o foco do filme a cada minuto que passa e as introduções são tão naturais ao espectador que está ligado em Miles e em suas próximas atitudes, que é quase imperceptível ver o aumento dos elementos gráficos durante as passagens de cena.

Outro ponto necessário de ser destacado, são as vozes originais de cada personagem: Shameik Moore como Miles Morales, Jake Johnson é o Peter Parker mais velho, enquanto Hailee Steinfeld é a única Mulher-Aranhada história, a Gwen. Além deles, Mahershala Ali é a voz do Tio Aaron; e a surpresa fica por conta de Nicolas Cage que interpreta a voz do Homem-Aranha Noir.

Falando em surpresa, os fãs podem chorar com uma cena onde Stan Lee aparece como um dono de uma lojinha que vende roupas do herói. A identificação do personagem com o presidente de uma das maiores companhias editora de quadrinhos do mundo é instanânea e impossível de não acontecer.

Além de toda a história que se passa em duas horas de filme, o final pós-créditos já esperado pelos espectadores gera a esperança de uma continuação.

‘‘Homem-Aranha no Aranhaverso’’ é uma obra da qual a Marvel, Bob Persichetti, Peter Ramsey, Rodney Rothman e os fãs precisam se orgulhar, afinal o longa tem uma mensagem muito grande e importante: para ser um super-herói não tem cor, gênero, nem idade. O que é preciso é coragem e fé. Com isso, qualquer um pode vestir a máscara.

Tag:filme, crítica, estreia, homem-aranha,

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