#Já parou pra pensar?

Influência que influencia

14 de dezembro de 2017

Se tem algo que está na moda hoje são os chamados “influenciadores digitais”. Pessoas, até então anônimas, estão roubando a cena, ganhando dinheiro, produtos e, de quebra, fazendo comerciais de tv quando, antigamente, eram ocupados por celebridades.

 

E essa realidade faz sentido. Quem hoje acredita que a Xuxa usa Monange? Ou que a Gisele Bündchen trata seus cabelos com Pantene? Mas, com certeza, as pessoas confiam mais nesta ou aquela blogueira dizendo quais produtos consome.

Entretanto, devido a este novo cenário, alguns influenciadores atingiram um status de verdadeiras celebridades, não “influenciando” mais tão diretamente algumas pessoas. Prova disso foi uma pesquisa recentemente divulgada mostrando que, para determinadas marcas, os “micro-influenciadores” – com até 30 mil seguidores – geram mais interação nas suas redes e, como consequência, mais retorno às marcas, pois respondem mensagens, directc, etc.

 

Assim, para aqueles que têm marcas e usam os influencers como ferramenta de divulgação, vale uma análise para entender o que de fato está buscando: visibilidade ou venda. Apostar em influenciadores digitais regionais pode ser não só mais econômico, como uma estratégia muito mais inteligente.

Guto Köech
Empresário
Jornalista por formação, com especialização em Marketing e Administração, Guto é empresário e Sócio-Fundador da Guto Köech. A grife nasceu em Curitiba, com forte atuação nas redes sociais e crescente destaque nacional e internacional. Devido à influencia nas redes, ao destaque da sua empresa nos maiores veículos de comunicação do país e às celebridades que passaram a usar seus "amuletos", Augusto foi o vencedor da edição 2016 do "Prêmio Jovem Brasileiro" na categoria empreendedorismo em moda. Além disso, Guto é também palestrante, professor do Centro Europeu ("Empreendedorismo e Inovação") e consultor da GK IDEIAS, especializada em branding, marketing e redes sociais.
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